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domingo, junho 26, 2011

Presente Inusitado: Novo Uno comprado com 34 mil moedas

Seu Zio decidiu juntar moedas de um real para poder comprar um presente para sua esposa no aniversário de 50 anos de casamento. O interessante é que ele juntou 34 mil moedas desse valor comprou um Novo Uno. A história, que passou na cidade de Bom Jesus da Serra, na Bahia, teve repercussão e a Fiat foi atrás.

Desenvolvido pela AgênciaClick Isobar, um filme contando a história de Seu Zio, desde 2004 quando começou sua economia, até o momento de presentear sua esposa está sendo divulgado pelas redes sociais. No fim, o filme mostra uma homenagem que a concessionária faz em comemoração as bodas de ouro de todos dos casais.

Assista o filme:


segunda-feira, setembro 25, 2006

Fabricantes são processados por cigarros 'light'

A Justiça americana acatou um pedido para abrir um processo que acusa as fabricantes de cigarro de enganar os fumantes, levando-os a pensar que os cigarros “light” são menos danosos à saúde.

O juiz federal Jack Weinstein decidiu que o processo pode ser aberto como uma ação coletiva, envolvendo potencialmente milhões de beneficiados. Os especialistas avaliam que, se tiver sucesso, o processo poderia custar à indústria do fumo até US$ 200 bilhões (cerca de R$ 450 bilhões).

Os acusados incluem a Philip Morris, a RJ Reynolds e a British American Tobacco. Os cigarros com baixo teor de alcatrão foram lançados nos anos 1970.

Aumento das vendas

Os advogados dos autores da ação argumentam que as fabricantes de cigarro em questão conseguiram entre US$ 120 bilhões e US$ 200 bilhões a mais em vendas por meio da sugestão de que os cigarros light são menos danosos do que suas versões com força plena.

“Eles (as companhias) sabiam que estavam vendendo a morte”, diz o advogado responsável pela ação, Michael Hausfeld. A questão, acrescenta ele, era “como esconder isso – colocando o rótulo de light”. “O objetivo da indústria não era desenvolver cigarros menos danosos, mas desenvolver cigarros que fossem vistos como menos danosos”, diz o texto da ação, proposta em 2004.

Segundo a agência de notícias Associated Press, os advogados de defesa das companhias argumentaram que a ação estava baseada em dados falhos. Eles contestaram ainda o fato de o processo ser considerado uma ação coletiva, alegando que sem analisar cada fumante individualmente seria impossível determinar suas motivações para comprar os cigarros light.

A ligação entre o fumo e o câncer de pulmão foi confirmada pela primeira vez em 1954.
(BBC.com)

Bem que essa moda poderia pegar no Brasil. Quem sabe assim nosso povo viveria um pouco mais.