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quinta-feira, novembro 25, 2010

Coreias do Norte e do Sul se preparam para possível confronto

A troca de provocações entre os governos das Coreias do Norte e do Sul se agrava. A região de fronteira no mar Amarelo recebe reforço militar, onde Seul e Washington planejam exercício militar no próximo domingo.


A Coreia do Sul terá ainda que nomear um novo ministro da Defesa em meio à crescente tensão militar com a vizinha comunista. Kim Tae-Young pediu demissão nesta quinta-feira, depois de ser duramente criticado internamente pela resposta considerada "tímida" ao bombardeio norte-coreano, na última terça-feira (23).


Segundo a justificativa de Tae-Young, ele deixou o posto "para assumir a responsabilidade de uma série de incidentes recentes". O ex-ministro já havia sido alvo de críticas em março último, quando a Coreia do Norte afundou um navio sul-coreano e provocou a morte de 46 pessoas.

domingo, julho 19, 2009

Na Grã-Bretanha, morre o homem mais velho do mundo aos 113 anos

O homem mais velho do mundo - o veterano britânico da Primeira Guerra Henry Alligham - morreu, segundo informou neste sábado o lar de idosos em que ele morava, em Brighton, no sul da Inglaterra.

Segundo a direção do lar de idosos, "ele estava bastante ativo até os últimos dias". O diretor do lar disse ainda que todos gostavam dele no local, e que sua falta será sentida. Allingham, que nasceu em 1896, se tornou o homem mais velho do mundo no mês passado. Seu enterro será realizado neste mês, em Brighton.

O veterano, que viveu em três séculos diferentes e seis monarquias no Reino Unido, deixa cinco netos, 12 bisnetos, 14 trinetos e um tataraneto. Sua mulher, Dorothy, com quem foi casado por mais de meio século, morreu em 1970. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, prestou homenagem ao veterano de guerra, afirmando que ele foi um homem de grande personalidade.

Memórias

Allingham ingressou no serviço militar britânico em setembro de 1915. Em novembro do ano passado, ele participou das cerimônias que marcaram os 90 anos do fim da Primeira Guerra.
Antes dos eventos, o veterano disse que, mesmo se quisesse, jamais conseguiria esquecer a guerra.

"Vi muitas coisas que gostaria de esquecer, mas nunca vou esquecê-las, nunca posso esquecê-las", disse ele. Durante décadas, Allingham se recusou a falar sobre o assunto com sua família, e não participou de reuniões ou encontros de veteranos.

Mas em 2005, ele foi convidado a inaugurar um memorial de guerra na França e decidiu que recusar seria desrespeitoso com seus companheiros de guerra. Depois disso, o veterano foi homenageado diversas vezes por sua participação no conflito.

No mês passado, a Marinha Britânica ofereceu uma festa de aniversário ao veterano no navio militar HMS President.


"Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio". Salmos 90:12

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Estudantes criam esculturas a partir de armas no Iraque

Um projeto conjunto entre uma ONG iraquiana e a Universidade de Bagdá promove a criação de esculturas a partir de armas apreendidas no Iraque, um dos países mais perigosos do mundo.

As esculturas são feitas as partir dos metais de armas leves, como fuzis AK-47 e pistolas, e também peças de armamentos mais pesados, como lançadores de granadas e morteiros.
Graduandos da Faculdade de Artes da Universidade de Bagdá recebem o material da ONG IMCO, especializada em desativar minas terrestres e explosivos e destruir armas apreendidas pelas forças militares iraquianas e americanas.

O diretor da IMCO, Zahim Mutar, disse que o projeto começou em novembro do ano passado quando foram apreendidas cerca de 10 mil armas em cinco semanas de operações. Em média, são destruídas 800 armas por dia.

Segundo ele, há muitos projetos de destruição de armas em vários países, mas este seria o primeiro a transferir as peças para o incentivo à cultura.

“Para nós isto simboliza um novo Iraque, a transformação de meios de destruição e morte em algo que incentive a cultura e a paz”, disse Mutar.

Ele também revelou que o projeto prevê mais treinamento para os artistas, para que assim eles possam vender suas obras.

As esculturas criadas vão desde animais e veículos até ícones da história iraquiana.

“Estamos organizando para o mês de abril uma exposição com todos os trabalhos feitos pelos graduandos da universidade”, completou.

O dinheiro arrecadado, segundo Mutar, será revertido para orfanatos e para o tratamento de crianças feridas por bombas ou minas terrestres.

Armas

A IMCO foi fundada no final de 2003, após a invasão do Iraque por forças lideradas pelos Estados Unidos.

O Departamento de Estado americano envia fundos para a ONG, mas, de acordo com Mutar, a entidade opera com independência e todos seus funcionários são iraquianos.

“Nossa missão é apenas limpar o país de minas terrestres e outros explosivos, além de destruir os armamentos apreendidos pelos governos iraquiano e americano”, explicou Mutar.

Ele disse que o projeto de transformar as sobras de armamento em arte surgiu a partir da necessidade de reeducar as pessoas para os perigos da guerra que aflige o país.

As armas chegam ao depósito da IMCO na “zona verde”, uma área em Bagdá de alta segurança e onde ficam vários prédios do governo iraquiano.

No prédio da entidade, há uma máquina hidráulica que corta as armas para que sejam enviadas às oficinas de arte da universidade.

“Algumas destas esculturas fazem aprte da própria decoração da sede da IMCO em Bagdá”, enfatizou Mutar. (BBC.c0m)
"A única coisa que se coloca entre um homem e o que ele quer na vida é normalmente meramente a vontade de tentar e a fé para acreditar que aquilo é possível."(Richard M. Devos)
Que bom saber que, mesmo em meio a tragédias, existem pessoas fazendo a diferença. A Bíblia menciona que é Deus que coloca nas pessoas as habilidades. Em Êxodo 31: 1-5 temos a história de Bezalel: "Disse mais o Senhor a Moisés: Eis que chamei pelo nome a Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, de habilidade, de inteligência e de conhecimento, em todo artifício, para elaborar desenhos e trabalhar em ouro, em prata, em bronze, para lapidação de pedras de engaste, para entalho de madeira, para toda sorte de lavores."
Que tenhamos a habilidade de utilizarmos para fazer o bem em favor do nosso próximo.
Júnior PEBA Paiva

terça-feira, outubro 03, 2006

Coréia do Norte anuncia primeiro teste nuclear

O ministério das relações exteriores da Coréia do Norte anunciou nesta terça-feira que o país conduzirá "em breve" o seu primeiro teste nuclear. A medida irá “reforçar” a defesa do país diante da hostilidade militar americana, disse o comunicado divulgado pela agência de notícias estatal.

O Japão reagiu ao anúncio dizendo que o teste com armas nucleares da Coréia do Norte seria "totalmente imperdoável". Embora se saiba que o país dispõe de ogivas nucleares há algum tempo, este seria o primeiro teste desta natureza. “(A Coréia do Norte) fará um teste nuclear sob condições de segurança firmemente garantidas”, disse o ministério.

Entenda a crise na Coréia do Norte

A Coréia do Norte afirmou que as sanções impostas pelas Nações Unidas em julhos são, na verdade, uma declaração de guerra, e o armamento nuclear é necessário para preservar a soberania do país. Satélites captaram atividade em um potencial campo de testes no país.

Pyongyang vem sendo pressionada nos últimos meses por causa de seu programa nuclear. As negociações multilaterais que envolvem seis países (Estados Unidos, União Soviética, Japão, China, Coréia do Sul e a própria Coréia do Norte) estão emperradas há quase um ano.

Como conseqüência, os Estados Unidos impuseram uma série de sanções econômicas em relação à Coréia do Norte. Segundo o comunicado do governo norte-coreano, “os Estados Unidos estão diariamente aumentando a ameaça de uma guerra nuclear e suas sanções nefastas estão criando uma séria situação na península coreana”.

Para o ministério, “na atual situação, em que os Estados Unidos tenta cada vez mais isolar e sufocar a Coréia do Norte, o país não pode mais permanecer somente como um observador da situação”.

O que se sabe sobre o programa nuclear da Coréia do Norte?

A Coréia do Norte diz que tem armas nucleares e que está trabalhando na construção de um arsenal maior. O problema para o resto do mundo é a dificuldade de verificar estas afirmações. A maioria dos especialistas em armamento nucleares acredita que o país não tinha um programa nuclear ativo – pelo menos até 1994, quando se assinou um tratado de suspensão de pesquisas relativas a esse tipo de armamentos.

Mas em dezembro de 2002, Pyongyang reativou o seu reator nuclear em Yongbyon e expulsou do país dois monitores nucleares das Nações Unidas. Desde então, o andamento do programa é desconhecido. Se o reator estava funcionando, supõe-se que teria sido possível enriquecer plutônio para se construir uma bomba por ano.

Mas segundo a agência de inteligência americana (CIA), um programa nuclear para enriquecimento de urânio estaria produzindo “duas ou mais” bombas por ano até o meio desta década.

Quantas armas nucleares a Coréia do Norte tem?

Sem as inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica, a AIEA, é difícil dizer. Os especialistas falam em um pequeno número de bombas, enquanto os Estados Unidos dizem que são “uma ou duas”. O combustível nuclear armazenado em 1994 poderia ter sido utilizado para fazer as armas, segundo os Estados Unidos.

A Coréia do Norte disse que já processou todo o combustível, embora os governos americano e sul-coreano não tenham tanta certeza.

O acordo firmado em 2005 não tinha resolvido a questão do impasse?

O acordo de 2005 parece ter fracassado totalmente. As questões mais delicadas – como a permissão da Coréia do Sul para que se supervisione seu programa nuclear – não eram mencionadas no acordo. O documento também não determinava o destino das instalações nucleares norte-coreanas nem como seriam feitas verificações futuras.

Todos esses pontos teriam de ser resolvidos em conversações futuras e dada a falta de confiança dos Estados Unidos em Pyongyang, há muito espaço para imprevistos. O governo norte-coreano não deixará de ver os Estados Unidos como ameaça, e Washington, por sua vez, não passará a confiar num país que já quebrou o acordo em 1994.

Como a crise começou?

Em 2002, Bush incluiu a Coréia do Norte no seu “eixo do mal”, o que fez com que os asiáticos retirassem seu apoio ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), do qual eram signatários, criando temores de uma guerra nuclear.

É muito difícil avaliar quais serão os próximos passos do errático líder norte-coreano Kim Jong-il, mas acredita-se que a questão nuclear seja uma tentativa de negociar um pacto de não-agressão e ajuda econômica dos Estados Unidos.

A Coréia do Norte já não fez isso antes?

Em 1993, o país passou por crise semelhante, mas foi convencido a suspender as atividades nucleares no ano seguinte, com o acordo de 1994. Em troca, o país receberia óleo pesado e dois reatores para produção de energia que dificilmente poderiam ser usados para se fazer armas. Os reatores seriam feitos por um consórcio chamado Kedo, mas sua construção estava muito atrasada quando a crise começou.

Que diferença há entre a crise da Coréia do Norte e o Iraque, por exemplo?

Os casos são diferentes. Os asiáticos são isolados e têm sérios problemas domésticos. Dois aliados americanos – Japão e Coréia do Sul – se esforçam para tentar uma aproximação com o regime de Pyongyang. Além disso, o Iraque não tinha armas nucleares e a derrubada de Saddam Hussein também visava evitar que ele adquirisse tal poder. Com Pyongyang, a alternativa que resta é gerenciar a situação.
(BBC.com)

Jesus, quando esteve na terra, certa vez disse: "E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores". Mateus 24:6-8