sexta-feira, março 06, 2015
sexta-feira, outubro 31, 2014
segunda-feira, novembro 18, 2013
Reino Mágico - Magic Kingdom Dublado - Little Light Ministries
O lado escuro dos desenhos animados e de programas infantis em geral, de uma perspectiva bíblico-cristã.
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quinta-feira, abril 11, 2013
Estudo científico afirma que filhos de casais gays estão em desvantagem
Por Charles C. W. Cooke, editor associado da National Review
Tradução por Felipe Melo, editor do blog da Juventude Conservadora da UnB
Em seu novo estudo publicado pela Social Science Journal, Mark Regnerus faz uma pergunta: “Quão diferentes são os adultos criados por pais que possuem relacionamentos homossexuais?” A resposta para isso – tanto na literatura acadêmica quanto no imaginário do público americano – mudou dramaticamente em menos de uma geração. “Quinze anos atrás”, explicou Regnerus em um evento no neutro Institute for American Values, famílias biológicas heterossexuais eram “consideradas reflexivamente como o melhor ambiente para crianças”. Subsequentemente, isso deu lugar para a noção de que não havia “nenhuma diferença significativa” na criação de crianças em arranjos familiares não-tradicionais. Finalmente, sugeriu-se que crianças “podem se sair melhor sendo criadas por um casal gay”.
Ainda que haja pouquíssimas evidências que dão suporte a essa conclusão, defensores do casamento homossexual e da adoção gay declararam que a ciência já o provou. Talvez a mais famosa dessas declarações é um artigo de 2010, escrito pelos cientistas sociais Judith Stacey e Timothy Biblarz, que propalou que “baseado estritamente em publicações científicas, pode-se argumentar que duas mulheres criam uma criança melhor do que uma mulher e um homem, ou pelo menos uma mulher e um homem com uma divisão tradicional de papéis familiares”. Esse argumento – de que pais homossexuais são iguais ou melhores do que as estruturas familiares tradicionais – encontrou seu caminho em nosso diálogo acadêmico, legal e cultural, e raramente é questionado. Daí a declaração da Nona Corte de Apelação: “Crianças educadas por pais gays ou lésbicas podem ser tão saudáveis, bem-sucedidas e bem-ajustadas quanto crianças educadas por pais heterossexuais. Pesquisas que apontam para essa conclusão são indubitavelmente aceitas no campo da psicologia do desenvolvimento.”
O estudo de Regnerus foi desenvolvido para reexaminar essa questão – uma tarefa difícil, para dizer o mínimo – ao expandir a amostragem analisada e aprimorar a metodologia das pesquisas anteriores. O Censo dos EUA, por exemplo, coleta uma porção de informações úteis, mas, por não conter questões sobre orientação sexual, muito de sua contribuição ao assunto deve ser inferido. Da mesma forma, muitos estudos acadêmicos que utilizam a “técnica bola-de-neve” de amostragens pequenas – um processo no qual os sujeitos que participam do estudo recrutam pessoas conhecidas para participarem dele – podem ser confusos. Um desses estudos, abordado no artigo de Regnerus, analisou mulheres que leem jornais e frequentavam livrarias e eventos lésbicos; o problema com essa abordagem popular é que ela restringe a amostragem aos mais educados, ricos e socialmente similares, resultando em uma compreensão limitada. Estudos assim pulularam nos últimos anos.
Em busca de suas respostas, Regnerus entrevistou 15.088 pessoas. Destas, os pesquisadores encontraram 175 pessoas que foram criadas por mães que estavam em um relacionamento lésbico, e 73 pessoas que foram criadas por pais que tiveram relacionamentos gays – ainda assim, um grupo relativamente pequeno.
A primeira coisa que Regnerus descobriu foi que residências gays com crianças são localizadas nas mesmas áreas geográficas que os lares de casais heterossexuais com crianças. Ao contrário do que se pensa, não há concentração real de crianças onde gays vivem em massa. Por exemplo, como há poucas crianças nas residências de San Francisco, há também poucas crianças vivendo com gays em San Francisco. De fato, a Georgia é o estado com mais crianças vivendo com casais do mesmo sexo. Apesar da fama de serem menos amigos dos gays, os estados do Meio-Oeste americano estão bem representados na medição demográfica de casais gays com crianças. E, fazendo jus à tendência geral, casais gays latinos têm mais crianças do que casais gays brancos.
Regnerus descobriu que as crianças do estudo raramente passaram suas infâncias inteiras nas casas de seus pais gays e seus parceiros. Apenas dois dos 175 sujeitos que declararam ter a mãe em um relacionamento lésbico passaram toda a sua infância com o casal, e nenhuma criança estudada passou toda sua infância com dois homens gays. Os números também caem bastante quanto ao tempo decorrido: por exemplo, 57% das crianças passaram mais do que 4 meses com mães lésbicas, mas apenas 23% passaram mais de 3 anos com elas. Isso é muito interessante, mas tem implicações sérias para o estudo – implicações sobre as quais voltarei a falar depois.
Por último, Mark Regnerus buscou responder se as crianças com pais em relacionamentos homossexuais experimentaram desvantagens quando comparadas com crianças criadas por seus pais biológicos. A resposta, contra o zeitgeist, parece ser um retumbante sim. Crianças com pais em relacionamentos homossexuais possuem baixo desempenho em quase todos os quesitos. Algumas dessas diferenças podem ser relativamente inofensivas – como em que presidente votaram na última eleição, por exemplo –, mas a maioria não é. Um déficit é particularmente preocupante: menos de 2% das crianças de famílias biológicas intactas sofreram algum tipo de abuso sexual, mas o número correspondente às crianças de casais homossexuais é de 23%. Igualmente perturbador é que 14% das crianças de casais homossexuais passaram algum tempo em abrigos temporários, comparado com 2% do total da população americana. Índices de prisão, contato com drogas e desemprego são bem maiores dentre filhos de casais homossexuais.
O que podemos concluir disso? Bom, é aqui que a coisa se complica. Comparar filhos de pais homossexuais com o “padrão-ouro” – ou seja, pais biológicos que permaneceram casados – é problemático. Dado como o estudo foi feito, alguém poderia perguntar justamente se a questão não é tanto a comparação entre criação homossexual e criação heterossexual, mas entre instabilidade e estabilidade na infância. Por definição, qualquer filho de duas pessoas do mesmo sexo sentirá falta de pelo menos um de seus pais biológicos e provavelmente experimentará alguma instabilidade em mudar da díade biológica para qualquer arranjo que a substitua. E, como explicado acima, a maior parte dos sujeitos do estudo passaram apenas alguns anos com pais do mesmo sexo, o que torna provável que seu arranjo familiar mudou mais de uma vez e, assim, resultou em uma infância instável.
Ademais, dado que o estudo é um retrato de um período de tempo que precedeu a legalização do casamento homossexual (em alguns estados), alguém poderia especular que o estigma social teve seu papel nos dados de Regnerus, e que tal estigma terá um efeito menor em pesquisas futuras. De fato, poder-se-ia afirmar que o estudo de Regnerus poderia ser utilizado para justificar o casamento gay no sentido de que desaprovação social é casais gays não-casados gera a própria instabilidade que leva as crianças a passar por experiências negativas: o casamento de parceiros gays leva ao melhoramento da estabilidade familiar e, portanto, é benéfica para as crianças. Considero isso como um passo muito avançado – o alto índice de divórcio entre os gays não indica que casais homossexuais serão em breve um modelo de estabilidade –, mas pode merecer alguma reflexão.
O estudo de Regnerus é um sucesso na medida em que responde à questão fundamental se crianças educadas por casais homossexuais são diferentes: está claro que sim, e não é preciso uma opinião conservadora para ver que “diferentes” significa, quase sempre, “pior”. É discutível, todavia, se isso é culpa das famílias homossexuais ou da instabilidade. De fato, a maior conclusão do relatório não é de que famílias homossexuais sejam negativas, mas mais uma afirmação de que famílias biológicas intactas são uma positivas. De modo simples, se você quer que seus filhos tenham uma vida melhor, você deveria tê-los dentro de um matrimônio e mantê-lo firme. Mas isso nós todos já sabíamos.
Tradução por Felipe Melo, editor do blog da Juventude Conservadora da UnB
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| Mark Regnerus |
Ainda que haja pouquíssimas evidências que dão suporte a essa conclusão, defensores do casamento homossexual e da adoção gay declararam que a ciência já o provou. Talvez a mais famosa dessas declarações é um artigo de 2010, escrito pelos cientistas sociais Judith Stacey e Timothy Biblarz, que propalou que “baseado estritamente em publicações científicas, pode-se argumentar que duas mulheres criam uma criança melhor do que uma mulher e um homem, ou pelo menos uma mulher e um homem com uma divisão tradicional de papéis familiares”. Esse argumento – de que pais homossexuais são iguais ou melhores do que as estruturas familiares tradicionais – encontrou seu caminho em nosso diálogo acadêmico, legal e cultural, e raramente é questionado. Daí a declaração da Nona Corte de Apelação: “Crianças educadas por pais gays ou lésbicas podem ser tão saudáveis, bem-sucedidas e bem-ajustadas quanto crianças educadas por pais heterossexuais. Pesquisas que apontam para essa conclusão são indubitavelmente aceitas no campo da psicologia do desenvolvimento.”
O estudo de Regnerus foi desenvolvido para reexaminar essa questão – uma tarefa difícil, para dizer o mínimo – ao expandir a amostragem analisada e aprimorar a metodologia das pesquisas anteriores. O Censo dos EUA, por exemplo, coleta uma porção de informações úteis, mas, por não conter questões sobre orientação sexual, muito de sua contribuição ao assunto deve ser inferido. Da mesma forma, muitos estudos acadêmicos que utilizam a “técnica bola-de-neve” de amostragens pequenas – um processo no qual os sujeitos que participam do estudo recrutam pessoas conhecidas para participarem dele – podem ser confusos. Um desses estudos, abordado no artigo de Regnerus, analisou mulheres que leem jornais e frequentavam livrarias e eventos lésbicos; o problema com essa abordagem popular é que ela restringe a amostragem aos mais educados, ricos e socialmente similares, resultando em uma compreensão limitada. Estudos assim pulularam nos últimos anos.
Em busca de suas respostas, Regnerus entrevistou 15.088 pessoas. Destas, os pesquisadores encontraram 175 pessoas que foram criadas por mães que estavam em um relacionamento lésbico, e 73 pessoas que foram criadas por pais que tiveram relacionamentos gays – ainda assim, um grupo relativamente pequeno.
A primeira coisa que Regnerus descobriu foi que residências gays com crianças são localizadas nas mesmas áreas geográficas que os lares de casais heterossexuais com crianças. Ao contrário do que se pensa, não há concentração real de crianças onde gays vivem em massa. Por exemplo, como há poucas crianças nas residências de San Francisco, há também poucas crianças vivendo com gays em San Francisco. De fato, a Georgia é o estado com mais crianças vivendo com casais do mesmo sexo. Apesar da fama de serem menos amigos dos gays, os estados do Meio-Oeste americano estão bem representados na medição demográfica de casais gays com crianças. E, fazendo jus à tendência geral, casais gays latinos têm mais crianças do que casais gays brancos.
Regnerus descobriu que as crianças do estudo raramente passaram suas infâncias inteiras nas casas de seus pais gays e seus parceiros. Apenas dois dos 175 sujeitos que declararam ter a mãe em um relacionamento lésbico passaram toda a sua infância com o casal, e nenhuma criança estudada passou toda sua infância com dois homens gays. Os números também caem bastante quanto ao tempo decorrido: por exemplo, 57% das crianças passaram mais do que 4 meses com mães lésbicas, mas apenas 23% passaram mais de 3 anos com elas. Isso é muito interessante, mas tem implicações sérias para o estudo – implicações sobre as quais voltarei a falar depois.
Por último, Mark Regnerus buscou responder se as crianças com pais em relacionamentos homossexuais experimentaram desvantagens quando comparadas com crianças criadas por seus pais biológicos. A resposta, contra o zeitgeist, parece ser um retumbante sim. Crianças com pais em relacionamentos homossexuais possuem baixo desempenho em quase todos os quesitos. Algumas dessas diferenças podem ser relativamente inofensivas – como em que presidente votaram na última eleição, por exemplo –, mas a maioria não é. Um déficit é particularmente preocupante: menos de 2% das crianças de famílias biológicas intactas sofreram algum tipo de abuso sexual, mas o número correspondente às crianças de casais homossexuais é de 23%. Igualmente perturbador é que 14% das crianças de casais homossexuais passaram algum tempo em abrigos temporários, comparado com 2% do total da população americana. Índices de prisão, contato com drogas e desemprego são bem maiores dentre filhos de casais homossexuais.
O que podemos concluir disso? Bom, é aqui que a coisa se complica. Comparar filhos de pais homossexuais com o “padrão-ouro” – ou seja, pais biológicos que permaneceram casados – é problemático. Dado como o estudo foi feito, alguém poderia perguntar justamente se a questão não é tanto a comparação entre criação homossexual e criação heterossexual, mas entre instabilidade e estabilidade na infância. Por definição, qualquer filho de duas pessoas do mesmo sexo sentirá falta de pelo menos um de seus pais biológicos e provavelmente experimentará alguma instabilidade em mudar da díade biológica para qualquer arranjo que a substitua. E, como explicado acima, a maior parte dos sujeitos do estudo passaram apenas alguns anos com pais do mesmo sexo, o que torna provável que seu arranjo familiar mudou mais de uma vez e, assim, resultou em uma infância instável.
Ademais, dado que o estudo é um retrato de um período de tempo que precedeu a legalização do casamento homossexual (em alguns estados), alguém poderia especular que o estigma social teve seu papel nos dados de Regnerus, e que tal estigma terá um efeito menor em pesquisas futuras. De fato, poder-se-ia afirmar que o estudo de Regnerus poderia ser utilizado para justificar o casamento gay no sentido de que desaprovação social é casais gays não-casados gera a própria instabilidade que leva as crianças a passar por experiências negativas: o casamento de parceiros gays leva ao melhoramento da estabilidade familiar e, portanto, é benéfica para as crianças. Considero isso como um passo muito avançado – o alto índice de divórcio entre os gays não indica que casais homossexuais serão em breve um modelo de estabilidade –, mas pode merecer alguma reflexão.
O estudo de Regnerus é um sucesso na medida em que responde à questão fundamental se crianças educadas por casais homossexuais são diferentes: está claro que sim, e não é preciso uma opinião conservadora para ver que “diferentes” significa, quase sempre, “pior”. É discutível, todavia, se isso é culpa das famílias homossexuais ou da instabilidade. De fato, a maior conclusão do relatório não é de que famílias homossexuais sejam negativas, mas mais uma afirmação de que famílias biológicas intactas são uma positivas. De modo simples, se você quer que seus filhos tenham uma vida melhor, você deveria tê-los dentro de um matrimônio e mantê-lo firme. Mas isso nós todos já sabíamos.
Do site Origem e Destino (http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=409)
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terça-feira, abril 09, 2013
Memorando para Conservadores: Aceitar o “Casamento” Homossexual abre porta para o “Estatismo Ilimitado”
Nota do editor do The Pearcey Report: Enquanto a chefia da Suprema Corte ouve os argumentos no Ato de Defesa ao Casamento e California’s Prop 8 esta semana, apologistas favoráveis ao “casamento” homossexual perguntam como tal arranjo traz algum dano à sociedade. Na realidade, há muito em jogo, e negativamente, para o indivíduo e para a sociedade como um todo, como Nancy Pearcey demonstra abaixo, em observações publicadas em 2011, antes da Conferência de Ação Política Conservadora, em Washington, D.C.
A coalisão conservadora tem sempre estado instável. E a homossexualidade pode ser a questão na qual ela se estilhaça.
Muitos grupos têm anunciado que irão boicotar a Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC) no próximo mês por conta da decisão de convidar o grupo ativista pró-homossexual GOProud para participar.
Os grupos dissidentes incluem Family Research Council, Concerned Women of America, The America Principles Project, American Values, the Center for Military Readiness, Liberty Counsel e the National Organization for Marriage.
Nem todos os conservadores apoiam o boicote. No Hot Air, Ed Morrissey opina que se retirando, os conservadores sociais criam a percepção de “que eles nem mesmo querem debater sua posição sobre a homossexualidade”.
Em Commentary, Peter Wehner diz que estes grupos poderiam dar a impressão de “que eles não têm os argumentos necessários apara vencer sobre os méritos”.
Infelizmente, muitos americanos já têm esta impressão – especialmente eleitores jovens. Um estudo de 2009 da Pew descobriu que 58% dos jovens adultos entre 18 e 29 anos apoiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, comparado a 39% da população nacional.
Ao demonstrar que não apoiam a causa, os conservadores sociais não estão desistindo, mas tomando um posicionamento público – que cria um fórum para fazer a causa deles mais efetiva. Eles devem tomar esta oportunidade para argumentar que a prática da homossexualidade tem um impacto negativo não apenas na família, mas também nos indivíduos – e que isto expressa um profundo desrespeito a identidade biológica de uma pessoa.
Biologicamente, psicologicamente, machos e fêmeas são claramente homólogos um ao outro. A anatomia reprodutiva e sexual do macho é obviamente desenhada para uma relação com a fêmea, e vice-versa.
A prática homossexual, portanto, requer a contradição de sua própria biologia. Ela desconecta a sexualidade da pessoa da sua identidade biológica como macho ou fêmea – o que exerce uma auto alienação e efeito de fragmentação na personalidade humana.
E a lógica da alienação não parará por aqui. A aceitação de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo já é uma metástase de uma noção pós-moderna de sexualidade como fluida e mutável com o tempo.
Por exemplo, um artigo na Utne Reader destaca indivíduos que “saíram do armário” como homossexuais, mas foram atraídos mais tarde para relações heterossexuais novamente. O artigo cita o psicoterapeuta Bret Johnson explicando que as pessoas hoje “não querem se colocar dentro de nenhuma caixa – nem gays, heteros, lésbicas ou bissexuais”. Ao contrário, “elas querem ser livres para mudar suas mentes”.
O que estamos vendo, Johnson conclui, é “um desafio para a antiga, modernista forma de pensamento ‘Isto é o que sou, período’ e um movimento em direção à versão pós-moderna, ‘Isto é o que sou agora’.”
Em outras palavras, ontem eu era hetero, hoje eu posso ser homossexual, e amanhã posso ser bissexual. A identidade psicossexual de alguém é dita como estando em constante fluxo.
No passado, homossexuais empregavam a defesa de que tinham nascido daquela forma. Mas agora eles estão começando a abraçar a ideia pós-moderna de que você pode ser o que quiser ao longo do contínuo sexual.
Isto contradiz o conservadorismo em seu cerne filosófico. O Conservadorismo baseia os direitos humanos no reconhecimento de que existem certos dados inegociáveis na natureza humana, anteriores ao estado, e que o estado é obrigado a respeitar.
Como cientista político, Philippe Beneton explica que a igualdade conservadora “é fundada no reconhecimento do que é humano”. Em contraste, no liberalismo, a igualdade “é fundada na argumentação de que nada é especificamente humano” – que a natureza humana em si é uma construção social, algo que nós elaboramos à medida que vivemos, incluindo nossa identidade psicossexual.
Neste caso, entretanto, não há nada no indivíduo que foi dado, o qual o estado é obrigado a respeitar. O Liberalismo mina a base dos direitos humanos inalienáveis.
O boicote na CAPC é uma chance de destacar o que está em jogo. Jesse Hathaway do NewsReal Blog defende a CAPC, dizendo “Estou um pouco alheio ao porquê isto importa, o que uma pessoa faz na privacidade do seu quarto, ao ponto de que isto não me afete”.
Mas isto o afeta – e a todos também. Toda prática social é a expressão de suposições fundamentais sobre o que significa ser humano. Quando a sociedade aceita e aprova a prática, isto implica em se comprometer com a cosmovisão que apoia – tanto mais se a prática está consagrada na lei.
Se a América aceita a prática de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, no processo irá absorver a cosmovisão que acompanha – a redefinição da personalidade humana como uma construção puramente social – o que abre a porta ao estatismo ilimitado, porque não há natureza humana que possa ser ofendida por um estado opressor.
Aqueles que resistem serão compelidos pelo estado a se enquadrar, ou enfrentar penalidades por “discriminação”.
Margaret Thatcher costumava dizer, “Primeiro você vence com o argumento, então você ganha o voto”. Em vez de ceder sobre esta questão, os líderes da CAPC devem estar vigorosamente levando a frente os argumentos do conservadorismo. Não apenas ganhar o voto mas preservar a fundação da República Americana.
Fonte: The Pearcey Report
(retirado do site http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=437)
A coalisão conservadora tem sempre estado instável. E a homossexualidade pode ser a questão na qual ela se estilhaça.
Muitos grupos têm anunciado que irão boicotar a Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC) no próximo mês por conta da decisão de convidar o grupo ativista pró-homossexual GOProud para participar.
Os grupos dissidentes incluem Family Research Council, Concerned Women of America, The America Principles Project, American Values, the Center for Military Readiness, Liberty Counsel e the National Organization for Marriage.
Nem todos os conservadores apoiam o boicote. No Hot Air, Ed Morrissey opina que se retirando, os conservadores sociais criam a percepção de “que eles nem mesmo querem debater sua posição sobre a homossexualidade”.
Em Commentary, Peter Wehner diz que estes grupos poderiam dar a impressão de “que eles não têm os argumentos necessários apara vencer sobre os méritos”.
Infelizmente, muitos americanos já têm esta impressão – especialmente eleitores jovens. Um estudo de 2009 da Pew descobriu que 58% dos jovens adultos entre 18 e 29 anos apoiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, comparado a 39% da população nacional.
Ao demonstrar que não apoiam a causa, os conservadores sociais não estão desistindo, mas tomando um posicionamento público – que cria um fórum para fazer a causa deles mais efetiva. Eles devem tomar esta oportunidade para argumentar que a prática da homossexualidade tem um impacto negativo não apenas na família, mas também nos indivíduos – e que isto expressa um profundo desrespeito a identidade biológica de uma pessoa.
Biologicamente, psicologicamente, machos e fêmeas são claramente homólogos um ao outro. A anatomia reprodutiva e sexual do macho é obviamente desenhada para uma relação com a fêmea, e vice-versa.
A prática homossexual, portanto, requer a contradição de sua própria biologia. Ela desconecta a sexualidade da pessoa da sua identidade biológica como macho ou fêmea – o que exerce uma auto alienação e efeito de fragmentação na personalidade humana.
E a lógica da alienação não parará por aqui. A aceitação de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo já é uma metástase de uma noção pós-moderna de sexualidade como fluida e mutável com o tempo.
Por exemplo, um artigo na Utne Reader destaca indivíduos que “saíram do armário” como homossexuais, mas foram atraídos mais tarde para relações heterossexuais novamente. O artigo cita o psicoterapeuta Bret Johnson explicando que as pessoas hoje “não querem se colocar dentro de nenhuma caixa – nem gays, heteros, lésbicas ou bissexuais”. Ao contrário, “elas querem ser livres para mudar suas mentes”.
O que estamos vendo, Johnson conclui, é “um desafio para a antiga, modernista forma de pensamento ‘Isto é o que sou, período’ e um movimento em direção à versão pós-moderna, ‘Isto é o que sou agora’.”
Em outras palavras, ontem eu era hetero, hoje eu posso ser homossexual, e amanhã posso ser bissexual. A identidade psicossexual de alguém é dita como estando em constante fluxo.
No passado, homossexuais empregavam a defesa de que tinham nascido daquela forma. Mas agora eles estão começando a abraçar a ideia pós-moderna de que você pode ser o que quiser ao longo do contínuo sexual.
Isto contradiz o conservadorismo em seu cerne filosófico. O Conservadorismo baseia os direitos humanos no reconhecimento de que existem certos dados inegociáveis na natureza humana, anteriores ao estado, e que o estado é obrigado a respeitar.
Como cientista político, Philippe Beneton explica que a igualdade conservadora “é fundada no reconhecimento do que é humano”. Em contraste, no liberalismo, a igualdade “é fundada na argumentação de que nada é especificamente humano” – que a natureza humana em si é uma construção social, algo que nós elaboramos à medida que vivemos, incluindo nossa identidade psicossexual.
Neste caso, entretanto, não há nada no indivíduo que foi dado, o qual o estado é obrigado a respeitar. O Liberalismo mina a base dos direitos humanos inalienáveis.
O boicote na CAPC é uma chance de destacar o que está em jogo. Jesse Hathaway do NewsReal Blog defende a CAPC, dizendo “Estou um pouco alheio ao porquê isto importa, o que uma pessoa faz na privacidade do seu quarto, ao ponto de que isto não me afete”.
Mas isto o afeta – e a todos também. Toda prática social é a expressão de suposições fundamentais sobre o que significa ser humano. Quando a sociedade aceita e aprova a prática, isto implica em se comprometer com a cosmovisão que apoia – tanto mais se a prática está consagrada na lei.
Se a América aceita a prática de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, no processo irá absorver a cosmovisão que acompanha – a redefinição da personalidade humana como uma construção puramente social – o que abre a porta ao estatismo ilimitado, porque não há natureza humana que possa ser ofendida por um estado opressor.
Aqueles que resistem serão compelidos pelo estado a se enquadrar, ou enfrentar penalidades por “discriminação”.
Margaret Thatcher costumava dizer, “Primeiro você vence com o argumento, então você ganha o voto”. Em vez de ceder sobre esta questão, os líderes da CAPC devem estar vigorosamente levando a frente os argumentos do conservadorismo. Não apenas ganhar o voto mas preservar a fundação da República Americana.
Fonte: The Pearcey Report
(retirado do site http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=437)
sexta-feira, junho 01, 2012
Lanterna Verde da Era de Ouro é o personagem gay da DC Comics
Uma semana após o blog Questão de Confiança apresentar casamento homossexual entre super-heróis da Marvel, agora é a vez da DC Comics apresentar seu personagem. Trata-se do Lanterna Verde. E com esse argumento de combater o preconceito, usam como desculpas tudo o que encontram pela frente, até os quadrinhos. O pior é o acesso que os adolescentes tem, recebendo estas informações como algo normal. Confira na reportagem abaixo.
A DC pôs fim às especulações e anunciou nesta sexta-feira (1) que Lanterna Verde é seu super-herói homossexual. A editora já havia dito que revelaria neste mês qual de seus personagens era gay e, desde então, os aficcionados por quadrinhos começaram a fazer suas apostas. Alan Scott já aparecia como o nome mais provável, segundo os fãs.
"Hoje temos o prazer de anunciar que o mistério sobre a identidade do personagem gay acabou. Alan é homossexual. Mas é importante notar que a sua sexualidade é apenas uma parte de sua personalidade", diz uma nota da DC Comics divulgada hoje em seu site.
O personagem, que apareceu nos quadrinhos pela primeira vez em 1940, vai ressurgir como gay no segundo número da HQ Earth 2. A revista será lançada nos Estados Unidos na próxima quarta-feira. Em um das cenas, Lanterna Verde aparece aos beijos com outro homem.
Em maio, Dan DiDio, vice-presidente da DC Comics, havia anunciado que um personagem estabelecido de uma das séries, apresentado originalmente como heterossexual, sairia do armário.
A DC pôs fim às especulações e anunciou nesta sexta-feira (1) que Lanterna Verde é seu super-herói homossexual. A editora já havia dito que revelaria neste mês qual de seus personagens era gay e, desde então, os aficcionados por quadrinhos começaram a fazer suas apostas. Alan Scott já aparecia como o nome mais provável, segundo os fãs.
"Hoje temos o prazer de anunciar que o mistério sobre a identidade do personagem gay acabou. Alan é homossexual. Mas é importante notar que a sua sexualidade é apenas uma parte de sua personalidade", diz uma nota da DC Comics divulgada hoje em seu site.
O personagem, que apareceu nos quadrinhos pela primeira vez em 1940, vai ressurgir como gay no segundo número da HQ Earth 2. A revista será lançada nos Estados Unidos na próxima quarta-feira. Em um das cenas, Lanterna Verde aparece aos beijos com outro homem.
Em maio, Dan DiDio, vice-presidente da DC Comics, havia anunciado que um personagem estabelecido de uma das séries, apresentado originalmente como heterossexual, sairia do armário.
LANTERNA VERDE
Vários heróis compartilham o nome de Lanterna Verde. O atual, Hal Jordan, foi apresentado na década de 60, e foi retratado por Ryan Reynolds no filme "Lanterna Verde", lançado em 2011.
Scott foi o primeiro herói a carregar o nome de Lanterna Verde. Ele foi apresentado na década de 1940 e tem dois filhos, Jade e Manto Negro.
O escritor de "Earth 2", James Robinson, disse que o Lanterna Verde é seu super-herói preferido da Era de Ouro. "Pensei: 'Por que não fazemos Alan Scott ser gay?'. Teremos um líder dinâmico, que arrisca sua vida pelas pessoas, e que é gay." (Terra e Folha)
sábado, maio 26, 2012
Arqueólogos encontram primeira prova da existência da Belém bíblica
Trata-se de
uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e
objetos, que foi encontrado nas polêmicas escavações do "Projeto Cidade de
David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de
Jerusalém Oriental.
Datada entre
os séculos VII e VIII a.C, a peça é meio milênio posterior às Cartas de Amarna,
uma correspondência diplomática em língua acádia sobre tabuletas de argila
entre a Administração do Egito faraônico e os grandes reinos da época e seus
vassalos na zona.
O
descobrimento anunciado nesta quarta remete a uma época posterior, a do
Primeiro Templo Judeu (1006 - 586 a.C.), citada no Antigo Testamento como parte
do reino da Judéia. "É a
primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do
período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da
Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", assinalou o
responsável das escavações, Eli Shukron, em comunicado. "A peça é do grupo
dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para
carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da
Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", acrescenta a especialista. (USB)
sexta-feira, maio 11, 2012
Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra Aids
Um painel de especialistas norte-americanos apoiou, pela primeira, vez, uma droga para prevenir a infecção pelo HIV em pessoas saudáveis. Os profissionais recomendaram a Truvada para pessoas consideradas em alto risco de contrair o vírus da Aids.
A Food and Drug Administration EUA (FDA) não é obrigada a seguir o conselho do painel, no entanto, geralmente o órgão costuma fazer isso. Alguns especialistas de saúde e grupos ativos na comunidade do HIV se opuseram à aprovação da droga.
No entanto, correspondentes disseram que a iniciativa pode ser um novo marco na luta contra o HIV/Aids. A pílula Truvada já está aprovada pela FDA para pessoas que são HIV-positivo.
Estudos feitos em 2010 mostraram que o medicamento Truvada reduziu o risco de HIV em homens homossexuais saudáveis - e entre os HIV-negativos parceiros heterossexuais de pessoas que são HIV-positivo - de entre 44% e 73%.
O Antiviral Drugs Advisory Committee, que aconselha o FDA, votou 19-3 a favor de prescrever a droga para o grupo de maior risco - homens não-infectados que têm relações sexuais com múltiplos parceiros masculinos.
Eles também aprovaram, por maioria de votos, o uso para pessoas não infectadas com parceiros HIV-positivos e outros grupos considerados em risco de contrair o HIV através da atividade sexual.
As pílulas são usadas como um tratamento para pessoas infectadas com o HIV nos EUA desde 2004.
A oposição à aprovação da droga baseia-se em preocupações de que os usuários poderiam ganhar uma falsa sensação de segurança e os temores de uma cepa resistente à drogas de HIV.
Há também a preocupação de que o alto custo do Truvada poderia desviar o financiamento limitado a partir de mais opções rentáveis. Uma decisão do FDA é esperada até 15 de junho. (Terra)
terça-feira, janeiro 31, 2012
Templo para ateus em Londres é proposto pelo filósofo Alain de Botton
O filósofo e escritor suíço Alain de Botton propôs a
construção de um prédio de mais de 45 metros de altura que serviria como
uma espécie de templo para ateus. O templo seria construído no coração
financeiro de Londres.
Segundo o filósofo, o templo seria usado para
celebrar uma nova forma de ateísmo, que seria um contraponto ao ateísmo
proposto pelos pensadores Richard Dawkins e Christopher Hitchens.De Botton argumenta que o ateísmo proposto pelos dois pensadores é "destrutivo", por atacar as religiões, ao contrário de sua proposta de harmonia entre as religiões.
"Em geral, um templo é feito para Jesus, Maria ou Buda, mas é possível construir um templo para qualquer coisa positiva e boa", disse De Botton ao jornal britânico Guardian.
"Isso poderia significar um templo ao amor, amizade, tranquilidade e perspectiva. Porque o ateísmo de Richard Dawkins e Christopher Hitchens ficou conhecido como uma força destrutiva. Mas há muitas pessoas que não acreditam [em Deus] e não são agressivas contra outras religiões."
Polêmica
A proposta de Alain de Botton provocou uma polêmica entre os pensadores, com declarações publicadas na imprensa britânica.Richard Dawkins criticou o plano do filósofo suíço, dizendo que isso seria um desperdício de dinheiro. Para ele, um templo para ateus é uma contradição.
"Ateus não precisam de templos", disse Dawkins. "Eu acho que já formas melhores de se gastar este tipo de dinheiro. Se você vai gastar dinheiro com ateísmo, você poderia melhorar a educação secular e construir escolas não-religiosas que ensinam pensamentos racionais, céticos e críticos."
Allain de Botton está lançando um livro novo sobre ateísmo, chamado Religion for Atheists: A Non-believer's Guide to the Uses of Religion (ou Religião para Ateus: Um guia para Não-crentes sobre as Utilidades da Religião, em tradução livre).
Em fevereiro de 2010, o filósofo encomendou um projeto ao arquiteto Tom Greenall para a criação do templo.
"Com 46 metros de altura e no coração da City londrina, o templo representa toda a história da vida na Terra: cada centímetro da sua altura equivale a um milhão de anos de vida [do planeta]", afirma o arquiteto, em seu site.
"A um metro a partir do solo, uma fina linha de ouro – com não mais que um milímetro – representa toda a existência da humanidade. A visita ao templo serve dar outra perspectiva [da vida] aos visitantes."
O filósofo afirmou ao Guardian que já captou metade dos recursos necessários para o templo, mas que os doadores preferem o anonimato. O templo começaria a ser construído no final de 2013, caso seja aprovado pela prefeitura.
Ele disse que escolheu o centro financeiro da cidade porque seria onde as pessoas mais "perderam perspectiva" sobre as prioridades da vida. (BBC)
segunda-feira, janeiro 30, 2012
Casamento Marny e Júnior I - Entrada da Noiva
Vídeo gravado pelo Fábio Miranda, no dia do meu casamento. Foi uma entrada diferente: usei a marcha nupcial apenas para chamar a atenção dos presentes e em seguida cantei a música "Confissão" de Douglas e Marcelle. Apesar daquele frio na barriga e do nervosismo, consegui cantar e ir ao encontro da minha amada. Dia inesquecível!
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Peba
sábado, janeiro 28, 2012
A Terra está de olho
Nós olhamos a Terra, mas às vezes ela olha de volta. Depois da imagem de mais alta resolução do planeta de sua órbita, divulgada dia 25 pela Nasa, agora é a vez deste incrível flagrante feito pelo astronauta Don Pettit, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). Na foto, o Lago Issyk Kul, no Kirziguistão, junto à fronteira com a China, parece um olho gigantesco, com as montanhas cobertas de neve fazendo as vezes de sobrancelhas. Um dos muitos lagos da região, o Issyk Kul foi formado quando a placa tectônica onde está a Índia colidiu com a placa da Ásia há milhares anos. Por isso, os lagos locais têm alta concentração de sal, o que impede que congelem no clima frio, refletindo a luz do inverno como uma grande pupila que segue o observador em órbita, relata Pettit. (O GLobo)
Comentário do Peba:
Mais uma prova da graça e do amor de Deus para nós! Linda imagem, pra não nos esquecermos o quanto os seus olhos estão por toda a parte.
quarta-feira, janeiro 25, 2012
Campanha do McDonalds no Twitter fracassa e gera manifestações de clientes da rede
Uma campanha do McDonalds no Twitter não saiu exatamente como os
idealizadores planejaram e gerou protestos por parte dos clientes que
usam o serviço, segundo o The Daily Mail.
A campanha pedia que fãs da rede de fast food mandassem histórias envolvendo o McDonalds com a hashtag #McDStories ou #MeetTheFarmers (encontre os fazendeiros, uma referência aos fornecedores dos produtos usados nos lanches do McDonalds).
O primeiro tweet falava "Quando você faz algo com orgulho, as pessoas podem apreciar", com um vídeo de um fornecedor de batatas da rede falando sobre a sua relação com o McDonalds. Ao final do tweet, a hashtag "McDStories" foi apresentada para que usuários também contassem suas experiências.
O que começou como uma inocente brincadeira tomou proporções que o McDonalds não imaginava. Usuários começaram a relatar casos negativos envolvendo os lanches da rede de fast food, como um rapaz contando de uma vez que encontrou unhas no seu Big Mac, ou uma mulher que teve uma intoxicação após comer um lanche em uma loja da franquia.
Além disso, outros usuários usaram as hashtags para divulgar textos espalhados pela internet que acusam o McDonalds de crueldade com os animais que são usados para a produção dos lanches, e fazendeiros afirmavam que jamais forneceriam produtos para a rede de lanchonete.
O diretor de mídias sociais do McDonalds, Rick Wion, explicou o fracasso da campanha ao Paidcontent. Segundo Wion, apesar de terem escolhido com bastante cautela as palavras usadas nas hashtags, não dá para evitar que pessoas que são contra a marca se manifestem pelo Twitter.
(Olhar Digital)
A campanha pedia que fãs da rede de fast food mandassem histórias envolvendo o McDonalds com a hashtag #McDStories ou #MeetTheFarmers (encontre os fazendeiros, uma referência aos fornecedores dos produtos usados nos lanches do McDonalds).
O primeiro tweet falava "Quando você faz algo com orgulho, as pessoas podem apreciar", com um vídeo de um fornecedor de batatas da rede falando sobre a sua relação com o McDonalds. Ao final do tweet, a hashtag "McDStories" foi apresentada para que usuários também contassem suas experiências.
O que começou como uma inocente brincadeira tomou proporções que o McDonalds não imaginava. Usuários começaram a relatar casos negativos envolvendo os lanches da rede de fast food, como um rapaz contando de uma vez que encontrou unhas no seu Big Mac, ou uma mulher que teve uma intoxicação após comer um lanche em uma loja da franquia.
Além disso, outros usuários usaram as hashtags para divulgar textos espalhados pela internet que acusam o McDonalds de crueldade com os animais que são usados para a produção dos lanches, e fazendeiros afirmavam que jamais forneceriam produtos para a rede de lanchonete.
O diretor de mídias sociais do McDonalds, Rick Wion, explicou o fracasso da campanha ao Paidcontent. Segundo Wion, apesar de terem escolhido com bastante cautela as palavras usadas nas hashtags, não dá para evitar que pessoas que são contra a marca se manifestem pelo Twitter.
(Olhar Digital)
sábado, outubro 22, 2011
MARNY E JUNIOR
Dia muito especial. Dia do meu casamento. Esta música será para a entrada na recepção.
Curtam, porque estou curtindo muito este momento.
sexta-feira, setembro 16, 2011
Europa é região líder no consumo de bebiba alcoólica no mundo, diz OMS
Braço regional da agência discute discute ações contra o problema. Países da região querem reduzir níveis do uso de álcool.
A Organização Mundial da Saúde para a Europa, o braço regional da OMS, informou que o continente é líder no consumo de bebiba alcoólica no mundo.Num fórum que reúne 53 países europeus, em Baku, capital do Azerbaijão, a OMS está discutindo um plano de ação para reduzir os danos causados pelo uso em excesso do álcool.
Risco de Morte
A bebiba é o segundo maior fator de risco de morte e doenças na Europa, após o tabaco.
A diretora da OMS para a Europa, Zsuzsanna Jakab, afirmou na abertura do evento, que termina nesta quinta-feira, que o “os danos do uso em excesso do álcool são uma prioridade de saúde pública”.
Ela lembrou ainda que os países estão conscientes do problema, e que o objetivo do plano de ação era oferecer suporte técnico.
O consumo de bebidas alcoólicas caiu durante os anos 90, mas os ganhos foram revertidos durante a estabilização, em níveis mais altos, entre os anos de 2004 e 2006.
Impostos
A média anual europeia é de mais de 9 litros de álcool puro por habitante. A prevalência de casos de embriaguez forte é de 20% entre os adultos.
O objetivo do plano de ação da OMS é reduzir o consumo danoso da bebida entre 2012 e 2020.
Uma das medidas prevê a fiscalização de propaganda de bebidas alcoólicas na mídia, criação de impostos sobre produtos etílicos e mais eficácia no combate à combinação mortal de álcool e direção. (G1)
quinta-feira, agosto 18, 2011
Pesquisa indica 'cansaço de redes sociais' em usuários
Do total, 37% dos respondentes disseram ter aumentado o uso de redes sociais, principalmente entre os mais jovens. Por outro lado, 24% disseram que estão usando as redes sociais menos do que no início.
"A pesquisa mostra uma certa fadiga das redes sociais entre os usuários mais antigos", disse o diretor de pesquisas da Gartner, Brian Blau.
"O fato de 31% do grupo na categoria 'aspirantes' (mais jovens, que circulam por vários ambientes e com uma percepção mais aguçada sobre as marcas) indicarem que estão cansados de redes sociais é algo que os provedores dessas redes devem monitorar, porque eles precisarão inovar e variar para manter a atenção do consumidor", avaliou.
"Os conteúdos de marca precisam ser inovadores e capazes de capturar a atenção das pessoas imediatamente. A nova geração de consumidores é incansável e tem uma janela curta de atenção, e é preciso muita criatividade para criar impacto significativo."
Privacidade
Para os entrevistados, a exposição da privacidade é a razão mais forte para desistir de usar as redes sociais. Em seguida, vem a superficialidade dos comentários postados por outros usuários.
Em seguida, a questão da privacidade volta, com os usuários dizendo que usam menos as redes sociais porque não querem que os seus contatos saibam demais sobre a sua vida.
"Os adolescentes e jovens na faixa dos 20 anos de idade têm muito mais probabilidade de dizer que aumentaram o uso das redes sociais", disse a especialista que coordenou a pesquisa, Charlotte Patrick.
"Na outra ponta do 'espectro do entusiasmo', as diferenças etárias são muito menos marcadas, com uma proporção consistente de pessoas dizendo que estão usando menos as redes sociais."
Brasil
A pesquisa ouviu 581 pessoas no Brasil, onde o Orkut ainda é o líder de usuários, seguido pelo YouTube e pelo Facebook.
"O Brasil é normalmente é citado como um dos países que adotam com entusiasmo as redes sociais, mas nossa amostra de respondentes não exibiu essa tendência forte de uso", afirmou a pesquisa.
"O uso foi médio, centrado principalmente no Orkut e no Facebook, com uma das taxas mais altas de uso de Internet Messenger e sites de chat entre os usuários com até 40 anos."
Entre os usuários brasileiros, a pesquisa notou um nível maior de preocupação com a privacidade que outros países.
Entre os entrevistados brasileiros, 46% se disseram preocupados com o tema, ante uma média geral de 33% de usuários.
terça-feira, agosto 16, 2011
Participante de reality show desiste do programa por causa da fé
A jornalista Wasthi Lauers de Castro ganhou destaque nacional ao abrir mão de um reality show por causa da fé, no último domingo (14). O programa ‘Tudo é Possível’, comandado por Ana Hickmann, na TV Record, selecionou a participante para concorrer ao cargo de repórter do reality. Mas, logo no segundo dia de participação, Wasthi começou a agir estranhamente.
A jovem se recusou a ir a uma festa, preparada pela produção do programa na sexta-feira à noite. No dia seguinte, Wasthi desistiu de todas as provas, sem dar prévio esclarecimento ou motivo. Só depois, quando Ana Hickmann se reuniu particularmente com a participante, as coisas ficaram explicadas. (Veja o desabafo de Wasthi no vídeo ao lado)
Acima de tudo
O que leva uma pessoa a desistir de um sonho por causa de uma religião? Essa é a pergunta que muitos fazem depois do ocorrido. Criticada por poucos e admirada por muitos, Wasthi Lauers foi um exemplo de convicção. Diante de milhões de pessoas, abriu mão de algo especial para a própria carreira.
De acordo com a psicóloga Renata Hans, a mente humana é uma caixa de convicções morais, sendo que essas influenciam de maneira determinante em suas ações.
“Nesse caso, a fé traz sentido à vida da pessoa. A religião está embutida na personalidade, orienta a existência, produz energia e mobiliza todo o ser”, explica Renata. “A fé pode ser o elemento que determina a cognição de uma pessoa. Caso Wasthi tivesse cedido às exigências do programa, ela estaria transgredindo valores que considera corretos, o que poderia gerar um sentimento de culpa”, complementa.
O jornalista e escritor Michelson Borges, admirou a atitude da jovem adventista. “Foi de uma tremenda coragem e senso de oportunidade. Declarar para milhões de telespectadores que abriu mão de uma grande oportunidade para se manter fiel à Palavra de Deus deve ter exigido da moça muita convicção e firmeza de caráter”, declarou o escritor. (Veja aqui a entrevista completa com Michelson Borges).
Assista o vídeo com o testemunho de Wasthi
Que fé é essa?Os Adventistas do Sétimo Dia são conhecidos mundialmente pela característica de separar o sábado para algo diferente. Erroneamente chamados de seita fanática, os sabatistas é um povo alegre e inteligente. O talento de Wasthi foi reconhecido pela apresentadora Hickmann. De acordo com a famosa, Wasthi foi “uma das primeiras escolhidas por reunir uma série de qualidades”.
A fé da jornalista tem fundamentação na Bíblia. O livro de Isaías 58:13-14 descreve que o sábado deve ser um dia prazeroso, cujos interesses pessoais não devem ser considerados. O texto é complementado por Êxodo 20: 8-10, onde detalha:
“Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o dia do Senhor, teu Deus. Não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu servo, nem o teu animal, nem o visitante das tuas portas para dentro”.
Para Michelson Borges, “Wasthi não desistiu de uma oportunidade simplesmente por causa de uma religião. Ela abriu mão daquilo por causa de seu amor a Deus. Muitos cristãos, ontem e hoje, têm tomado decisões semelhantes todos os dias”, conclui.
Apertos e ganhos
Ao mostrar seu posicionamento, Wasthi saiu do programa ‘Tudo é Possível’ feliz por ter feito aquilo que acredita ser certo. Sua coragem resultou em um chamado surpreendente. Ana Hickmann propôs contratar a jovem para ser repórter oficial do reality show.
Entretanto, os Adventistas passam por apertos. A dificuldade de arranjar emprego é maior. Quando conseguem algo, provam que são diferentes, destacando-se dos demais funcionários da empresa. Nos estudos, muitos são os que demoram a se formar por causa de aulas que ocorrem às sextas-feiras à noite. Porém, também se destacam pelas notas e comprometimento.
Bruno Matos tem 17 anos. É adventista e já começa a refletir sobre os obstáculos que sua fé trará. “Às vezes penso em grandes oportunidades que receberei e que terei que recusar no futuro. Mas independente da área que eu escolher atuar passarei por provações. Este medo de falta de oportunidades não deve existir, pois creio que os planos e sonhos de Deus são muito maiores que os meus”.
Os sonhos deram certo para Milton Afonso. Oriundo de família humilde, entrou para a denominação Adventista já na adolescência. Hoje é empresário e dono de mais de 20 companhias, entre elas a Goldem Cross – considerada a maior companhia de seguro de saúde na América Latina e a quarta maior do mundo.
Perguntado sobre o segredo do sucesso ele afirma: “Fé em Deus e disposição de lutar, sintonizado com Sua sabedoria. Integridade em todas as transações. Aprendi a confiar na providência de Deus e a avançar confiantemente. Considerando o meu passado, posso ver como Deus me susteve e guiou em cada passo”, diz Milton Afonso*.
*Depoimento de Milton Afonso concedido para o blog http://leandroamaral.blogspot.com/
( Por Denys Borguête, no São José dos Campos Diário)
domingo, agosto 14, 2011
O Que Faz de um Pai um Grande Pai
Vamos fazer uma festa e alegrar-nos. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida.
Lucas 15:23, 24
Hoje é o Dia dos Pais, que inclui nossos avôs, tios e amigos. É o dia no qual mais se fazem ligações a cobrar no mundo!
Pela sua própria índole, o grau e a forma como os pais demonstram afetividade aos filhos são diferentes daqueles demonstrados pelas mães. É opinião corrente que o homem nunca perde tempo pedindo informações e suas chamadas telefônicas não passam de trinta segundos. Mesmo que os filhos não tenham tudo o que desejam, devem saber que os pais procuram dar o melhor de seu tempo, o melhor de sua atenção para eles.
Para mostrar o que faz de um pai um grande pai, a Bíblia narra a história de um pai generoso. E o filho, que era pródigo, que ideia tinha do pai? A Bíblia deixa claro que, quando voltou a si, o jovem se lembrava de casa. Crescer num lar em que os pais não gritam com os filhos; em que, depois de uma conversa, ninguém se levanta e bate a porta, sem dúvida, ajuda na formação do caráter.
O pródigo se lembrou também de que seu pai era justo ao tratar com os empregados. Dava aos trabalhadores aquilo que eles mereciam. Não passava por sua mente: “É preferível ficar por aqui pela maneira de meu pai humilhar seus empregados.” O pai era um exemplo de justiça e de lealdade que ele podia imitar em qualquer momento.
Rápido em mostrar perdão, o pai fez o que era incomum naquele tempo. Normalmente, o pai esperaria que o filho se dirigisse a ele com alguma demonstração de respeito. Mas o pai não esperou! Correu em direção ao filho e o abraçou! O filho começou a confissão, mas o pai nem deixou que ele continuasse. Mandou que os empregados trouxessem o melhor traje. Perdoou-o imediatamente e não deixou nada pendente.
A imagem que temos do homem é de que ele é vagaroso para perdoar e rápido para ficar com raiva. Passamos a ideia de que homem não chora, como se não tivesse sentimento ou não se incomodasse com coisa alguma.
Precisamos lidar com os filhos como Deus lida conosco. Vamos perdoá-los totalmente, sem que fiquem esperando. A porta sempre aberta recebeu o filho pródigo. Houve abraço, houve celebração.
Mesmo que tenha que fazer uma chamada a cobrar, não deixe de agradecer hoje ao seu pai pelo carinho e força que ele lhe deu.
Conquistadores Adventistas
Uma versão em espanhol, adaptada do filme UP - Altas Aventuras, para o contexto do Clube de Desbravadores.Vale a pena assistir.
terça-feira, agosto 02, 2011
Game Over - Jovem morre após maratona de Xbox
Um inglês de vinte anos morreu após passar mais de 12 horas na frente do Xbox 360 jogando Halo, de acordo com o jornal The Sun.
A autópsia confirmou que a morte do jovem Chris Staniforth aconteceu devido a uma trombose causada por períodos longos de pouco ou nenhum movimento.
O pai do rapaz não culpa a Microsoft pela morte do filho, e afirma que o garoto viveu para jogar videogame - especialmente Halo. Questionada sobre o assunto, a Microsoft sugeriu que "jogadores façam pausas para se exercitar" enquanto jogam.
A autópsia confirmou que a morte do jovem Chris Staniforth aconteceu devido a uma trombose causada por períodos longos de pouco ou nenhum movimento.
O pai do rapaz não culpa a Microsoft pela morte do filho, e afirma que o garoto viveu para jogar videogame - especialmente Halo. Questionada sobre o assunto, a Microsoft sugeriu que "jogadores façam pausas para se exercitar" enquanto jogam.
quinta-feira, julho 28, 2011
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