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sábado, maio 26, 2012

Arqueólogos encontram primeira prova da existência da Belém bíblica

[ASR] Arqueólogos israelenses acharam em Jerusalém um selo de argila com a inscrição "Bat Lechem", que supõe a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia, informou nesta quarta-feira a Autoridade de Antiguidades de Israel.

Trata-se de uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos, que foi encontrado nas polêmicas escavações do "Projeto Cidade de David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental.

Datada entre os séculos VII e VIII a.C, a peça é meio milênio posterior às Cartas de Amarna, uma correspondência diplomática em língua acádia sobre tabuletas de argila entre a Administração do Egito faraônico e os grandes reinos da época e seus vassalos na zona.

O descobrimento anunciado nesta quarta remete a uma época posterior, a do Primeiro Templo Judeu (1006 - 586 a.C.), citada no Antigo Testamento como parte do reino da Judéia. "É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", assinalou o responsável das escavações, Eli Shukron, em comunicado. "A peça é do grupo dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", acrescenta a especialista. (USB)

terça-feira, novembro 30, 2010

Arqueólogo cristão é entrevistado no Programa do Jô

Pela terceira vez consecutiva, o teólogo adventista e especialista em arqueologia, Dr. Rodrigo Silva, professor do Centro Universitário Adventista (Unasp), participou de um dos mais importantes programas de entrevista da televisão brasileira, o Programa do Jô. Apresentado há anos por Jô Soares, na TV Globo, o talkshow costuma dar espaço para pessoas com assuntos que despertem a curiosidade e interesse do grande público e segue formato de programas conceituados e tradicionais de entrevistas norte-americanos.

Assista ao vídeo clicando aqui


Silva, que está concluindo seu segundo doutorado em arqueologia, compareceu ao programa com um grupo de alunos do Unasp, que estavam na plateia e gravou o material na tarde de segunda-feira, dia 29 (que foi ao ar na mesma noite). Enquanto ocorria a entrevista, Jô Soares mostrou jarros da época de Jesus Cristo, acompanhado de explicações precisas do especialista que comprovavam o contexto histórico no qual Jesus estava inserido. Outros materiais, anteriores à época de Cristo, também foram exibidos. Foi o caso de um curioso comprovante de imposto de renda datado de dois mil anos antes de Cristo, proveniente da histórica cidade de Ur, dos caldeus. Até um exemplar da dracma de prata, provavelmente semelhante a que Judas recebeu por trair Jesus Cristo, foi mostrada.

No final da entrevista, Rodrigo Silva e Jô Soares falaram sobre evidências históricas da ressurreição de Jesus, apontada por alguns estudiosos como mito. “Com base na história, há muitos elementos que comprovam a ressurreição”, afirmou o teólogo e especialista em arqueologia. Silva explicou que historicamente a ressurreição era algo impopular, por isso os discípulos, em tese, não teriam muitas vantagens de inventar uma história como esta. Disse, também, que há muitos relatos fora da narrativa bíblica que atestam a ressurreição, inclusive citando o historiador judeu chamado Flávio Josefo, do primeiro século da era cristã. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

segunda-feira, setembro 25, 2006

Descoberta de fóssil causa nova discussão na batalha criação X evolução

Com a matéria: "Encontrada a Primeira Criança - descobertos ossos de 3,3 milhões de anos", a Revista National Geographic americana, que chega às bancas no mês de outubro estampa uma foto do rosto daquela que seria a primeira criança. Segundo eles, esta descoberta joga luz sobre um período ainda pouco conhecido da evolução: aquele em que os ancestrais do homem perdiam os últimos traços herdados dos macacos.

Esta mesma matéria, publicada na edição semanal de Veja, de 27 de setembro, sob o título "A menina que subia em árvores", demonstra mais uma vez que os meios de comunicação perdem a oportunidade de ficarem calados, quando eles mesmos afirmam que as descobertas são baseadas em teorias e suposições e não em evidências.

Comentando este assunto, o coordenador do Núcleo Brasileiro de Design Inteligente, Enézio E. de Almeida Filho, publicou um verdadeiro desabafo em seu blog Desafiando a Nomenklatura Científica:

"Será que o fóssil de "criança" ajuda mesmo a entender a transição entre o símio e o homem? Antes de entrarmos nos aspectos científicos, uma nota esclarecedora: nós aprendemos na escola que filhote de macaco é chamado de macaquinho, nunca de criança. Vai ver, o estado deplorável e emburrecedor de nossa educação devem ter contribuído para o 'erro intencional' no título – Australopithecus significa 'macaco do sul', logo o título correto seria 'A macaquinha que subia em árvore'.

Ah, agora eu entendi o porquê de 'criança' no título – é que macaco sobe em árvore e um título assim não seria 'apelativo' e nem venderia bananas, oops, revistas. É preciso chocar os leitores. E a objetividade do jornalismo científico onde é que fica? Bem, a objetividade do jornalismo científico, às bananas com isso, oops, às favas com a objetividade jornalística! [...]"

Matéria da Veja
"Os ossos, encontrados numa região desértica da Etiópia, [...] pertencem à espécie Australopithecus afarensis, a mesma de Lucy, o fóssil descoberto em 1974 que se supõe seja um ancestral direto do homem moderno. Os arqueólogos acreditam que a menina – batizada de Selam, que significa paz no idioma etíope – viveu até os 3 anos e, pelo bom estado de conservação dos ossos, provavelmente morreu numa enxurrada e foi soterrada por areia e pedras. [...]

Os cientistas levaram cinco anos para remover o fóssil da menina do bloco de arenito que o envolvia, usando instrumentos semelhantes a brocas de dentista. Ao final, tinham o crânio praticamente inteiro, a espinha dorsal, os ossos do tronco, dos braços, das pernas e do pé esquerdo. Selam é também o mais antigo e o mais completo fóssil de criança já achado. Uma reconstituição artística de sua aparência, feita pela National Geographic Society, mostra uma Selam parte humana, parte símia. Ao encontrar o fóssil, os paleontólogos comemoraram ainda o excelente estado de conservação do osso hióide, situado na base da língua, que não costuma preservar-se no processo de fossilização. O osso hióide de Selam fornecerá informações sobre que tipo de sons a espécie produzia e ajudará os cientistas a entender melhor a origem da linguagem humana".
(Veja)

Se você quiser conhecer mais sobre o criacionismo, visite a seção "Digitais do Criador" do blog do Michelson Borges.